segunda-feira, 28 de julho de 2008

Assina pelo Diário do Alentejo

Abaixo-assinado:

O "Diário do Alentejo", fundado em Beja em 1932 e há mais de um quarto de século propriedade dos muncípios do Baixo Alentejo e Litoral Alentejano - que de forma pioneira adquiriram e garantiram a continuidade do título - é um património histórico e cultural da região, uma prestigiada "marca" dos alentejanos.

O Governo, agora, com base numa interpretação tardia e subjectiva da Constituição da República, pretende fazer aprovar um projecto de lei que forçaria a privatização do jornal, o que nas actuais condições demográficas e económicas do Alentejo colocaria em sério risco o "Diário do Alentejo" enquanto publicação regionalista independente que reconhecidamente pratica um jornalismo de qualidade.

Nós, abaixo-assinados, rejeitamos esta iniciativa que vai contra os interesses do "Diário do Alentejo" e seus trabalhadores, dos municípios do Baixo Alentejo e Litoral Alentejano e das populações de uma região já muito discriminada.

Defendemos, por isso, a continuação de um "Diário do Alentejo" público e democrático, ao serviço da região, dos alentejanos e do País.

Para subscrever o abaixo-assinado, envie um e-mail para
publico.democratico@diariodoalentejo.pt

domingo, 27 de julho de 2008

A resistência não é terrorismo!

A Frente Popular para a Libertação da Palestina [FPLP] lançou uma campanha contra a utilização do termo terrorismo. Segundo a organização palestiniana - que integra a lista da União Europeia de organizações e personalidades conotadas com esse estatuto - essa utilização serve para criminalizar a resistência popular e os movimentos de libertação nacional. Acrescenta ainda que a conotação destas organizações com o "terrorismo" tem o objectivo de amedrontar e silenciar o apoio das comunidades à luta pela liberdade. No caso especifico do povo palestiniano essa realidade é bem evidente.

Os heróis vestem de luto

De Luto Visten Los Heroes

"Os heróis vestem de luto"

Foi há poucos meses. Um grupo de jovens estudantes mexicanos partiu para o Equador rumo ao Congresso Continental Bolivariano. Poucos dias depois, seriam assassinados pelo exército colombiano em território do Equador, num acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. A chacina foi provocada enquanto todos dormiam e representou uma violação clara da soberania nacional equatoriana. Nos dias que se seguiram, muitas foram as mentiras debitadas pelos dirigentes colombianos. Entre as quais, que os estudantes seriam membros das FARC.

O objectivo deste documentário é o de apresentar factos que ilustrem a realidade dos acontecimentos. "Os heróis vestem de luto" é um trabalho que vale a pena ver. Pela verdade e pela memória dos que caíram.

sábado, 26 de julho de 2008

Repressão sobre as FARC chega à Europa

A ofensiva contra a resistência do povo colombiano intensificou-se na Europa. Depois da utilização de computadores portáteis, que não se provou pertencerem às FARC, para acusar diversos cidadãos latino-americanos de apoio à guerrilha, a farsa criou condições para reprimir a solidariedade com a luta contra o fascismo colombiano. Desta forma, foi hoje presa, em Madrid, uma cidadã do Estado espanhol acusada de recolher fundos e de fazer actividades propagandísticas para as FARC. Segundo a polícia colombiana, o nome de María Remedios García Albert surge nos computadores atribuídos a Raul Reyes, comandante das FARC assassinado pelo exército da Colômbia, com o apoio norte-americano, em território equatoriano. Mas se o conteúdo destes aparelhos, manipulado por peritos colombianos, tem proporcionado uma verdadeira 'caça às bruxas' contra quem se oponha ao regime uribista, não devemos encarar a recolha de fundos e o apoio político para a resistência colombiana como um crime. Todo o apoio às FARC-EP, seja financeiro ou político, é legitimo. Não só porque a organização guerrilheira é reconhecida como força beligerante por vários Estados latino-americanos mas, principalmente, porque representa uma expressão da luta do povo colombiano por uma sociedade livre da exploração e da opressão.

Há poucos anos, a organização dinamarquesa 'Fighters and Lovers' - que enviava parte dos lucros do seu material de propaganda para as FARC e a FPLP - explicou bem do que se trata a ofensiva contra o apoio ao 'terrorismo'. Uma das suas dirigentes, Anna Duever, sustentou que o objectivo da sua organização era o de "defender a liberdade e a justiça social, pelos quais lutam as FARC e a FPLP". Acrescentou de seguida que a inclusão das FARC na lista da União Europeia de grupos terroristas era um "jogo político" e que pagava todos os impostos na Dinamarca, dinheiro usado para financiar as tropas que o seu governo havia enviado para o Iraque. "Isso é terrorismo. Para além disso, na Colômbia há um regime que oprime a população e que tortura e assassina o seu povo".

Por cá, a repressão não assume contornos tão negros. Contudo, apesar de ninguém ter sido preso por apoiar a resistência dos povos, as posições políticas da maioria dos partidos e os ataques constantes da comunicação social burguesa avançam nesse sentido. E nunca é demais recordar a Constituição da República Portuguesa: "Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão."

Credibilidade Zero

"Carlos Brito acabou também por surpreender ao afirmar que defendeu o apoio do PCP à continuidade do então primeiro-ministro António Guterres, quando este pediu a demissão depois da derrota nas eleições autárquicas de 2001, em que o PS perdeu as principais câmaras municipais, incluindo Lisboa e Porto.

'Defendi que o nosso secretário-geral, Carlos Carvalhas, quando foi chamado a Belém pelo Presidente da República, deveria ter dito perante as câmaras de televisão que o PCP estava disponível para viabilizar um novo governo do PS', disse Carlos Brito, adiantando que este facto terá sido a gota de água que o levou a afastar-se do Partido Comunista."

em Publico.pt

Estas declarações foram proferidas ao lado de Mário Soares e de Fernando Rosas, numa conferência sobre a importância da política. Carlos Brito, que apoiou Manuel Alegre nas últimas eleições presidenciais, foi suspenso do PCP por acção fraccionária.

Viva Cuba socialista!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Porque é 25 de Julho


Por esta hora, juntam-se milhares de galegos para comemorar o dia da Galiza. Lutemos e festejemos com eles ao som de Lamatumbá.