quarta-feira, 16 de setembro de 2009

"Política do Medo"


Os grupos Violadores del Verso e Soziedad Alkoholika juntaram-se para lançar uma potente faixa que denuncia as mentiras e o medo usados como arma política pelos que dominam. Também isso está em jogo nas eleições legislativas no nosso país. Nas últimas eleições, como me dizia um amigo, os ricos foram eleitos com os votos dos pobres. É assim há mais de 30 anos. E só o voto na CDU, onde participa o Partido da classe operária e de todos os trabalhadores, pode mudar isso. É a batalha do momento. Depois, não vale a pena desarregaçar as mangas. A luta é o único caminho.

6 comentários:

josé machado disse...

O meu voto está lá.

joseluz disse...

"a luta é o único caminho"
Bom,mas é preciso dizer qual é o caminho,é que o representante do "partido da classe operária e de todos os trabalhadores",quando esteve no debate com F.Louçã (e com a concordância deste)mas também com os outros Lideres,declarou-se a favor do DESENVOLVIMENTO ECONÒMICO e de uma economia mais MODERNA,o que não deixa de ser uma economia capitalista e onde os trabalhadores são explorados.
O único caminho que o dito partido da "classe operária" encontrou nesses "debates" e que faz disso a sua bandeira central para "combater" o desemprego,é, EXIGIR apoios e redução da fiscalidade,para os "pequenos e médios capitalistas",e este concerteza que não é, um caminho de luta que se aponte aos trabalhadores para combater a exploração e o capitalismo.
Assim,penso que não seja deste caminho que está a FALAR.
Para terminar,gostaria de saber ainda sua opinião,acerca da convergência de propostas e de politicas com o BE,no dito "debate" e ainda sobre a proposta também formulada por J.de Sousa,na festa do "Avante",sobre a possibilidade de uma futura ALIANÇA,com outras forças politicas da "esquerda" institucional;Ou seja,uma referência muito particular ao BE e não só.

Pedro Bala disse...

Para mim, uma sociedade socialista não só potencia o desenvolvimento económico como significa uma economia moderna.

Pena que exalte umas propostas, descontextualizando-as, e omita outras. O PCP defendeu a nacionalização da banca, dos seguros e dos sectores fundamentais da nossa economia.

Quanto à política de alianças do Partido no Parlamento, ela faz-se não em função de organizações ou personalidades mas em função de linhas políticas. Ou seja, o PCP estaria em condições de apoiar todo aquele que se comprometa a romper com as políticas de direita.

J.S. Teixeira disse...

Militantes do PS Seixal agridem e ofendem humoristas "Homens da Luta" na visita "relâmpago" de Sócrates ao Seixal. Conheçam os detalhes no blogue O Flamingo.

Abraço

joseluz disse...

Caro Pedro Bala
É evidente que no socialismo devemos potênciar a economia e a sua modernização,porque quanto mais esta for avançada,melhor será o bem estar das massas trabalhadoras,o que já não será no sistema capitalista e é disso que estamos a tratar.
A minha critica as propostas politicas do PCP e do BE,são no sentido de que estes propõem-se a apoiar o desenvolvimento económico da economia nacional,quando esta é uma economia capitalista,que assenta a sua lógica na exploração das massas trabalhadoras e na obtenção do lucro máximo para a classe capitalista.
A própria dinamica concorrêncial da economia capitalista,OBRIGA os próprios capitalistas a procederem a esse desenvolvimento,não é preciso vir o PCP ou o BE em seu auxilio,devem-se antes mas é, preocupar com as consequências sociais que esse desenvolvimento podera acarretar para as massas proletarias,que no caso concreto da
economia capitalista nacional,que está assente em 80% em PEQUENAS e MÉDIAS INDUSTRIAS e estando estas OBRIGADAS a MODERNIZAR-SE,a promover FUSÕES e a CONCENTRAR os seus capitais,como ÚNICO meio de poderem baixar os seus custos de produção e assim poderem readequerir a sua competitividade,processo este que implicara milhares de despedimentos,pergunta-se:É apoiando esta lógica,como faz o PCP e o BE,que se vai combater o desemprego? Ou deve-se antes propôr medidas que mobilizem e elevem a consciência do proletariado para lutar contra esta realidade que se abate a todo o momento sobre a sua cabeça,sim,porque a burguesia capitalista não tem outra saída,para evitar a sua RUÍNA,e é nesta situação concreta e não em outra que devemos concentrar a nossa atenção.

Quanto ás nacionalizações que o PCP e o BE propõem,trata-se apenas de engôdo e de "verniz",para lhe dar um ar de "esquerda" e atrair e enganar os ignorantes.
Podem prôpor até um milhão ou mais de nacionalizações,mas se não tocarem no Estado e este se mantiver capitalista,essas NACIONALIZAÇÔES estão sempre ao serviço da classe dominante,ou seja da classe capitalista.Aliás em momentos de crise económica profunda,como esta que estamos a viver, é a própria burguesia que muita das vezes se socorre destas medidas.Vários exemplos há neste momento, na América e na Inglaterra,na Islandia,etc,etc,em que a burguesia teve que nacionalizar várias entidades finançeiras, por isso não é pelo facto de se propôr estas nacionalizações, que fazem do PCP e BE, partidos revolucionários ou mesmo defensores de uma melhor situação económica para os trabalhadores.
No próprio 25 de Abril de 1974,se nacionalizaram vários sectores da industria e toda a banca,mas como o Estado capitalista se manteve intacto e a Constituição "apontar" para o socialismo,não só os capitalistas e os banqueiros foram indemnizados,como tudo isso práticamente acabou por ser privatizado,assim que a crise revolucionária terminou.
Portanto,qualquer proposta SÉRIA de NACIONALIZAÇÂO,só poderá ter exito,se estiver enquadrada num poderoso movimento de massas que abra uma crise revolucionária e que se tenha em vista o derrube do Estado capitalista,e neste caso não só se nacionaliza,como se expropia a classe capitalista,e é isto que qualquer partido que se PRÉZE do proletariado deve fazer.
J.M.Luz
"alutaoperária.wordpress.com"

rafa hortaleza disse...

ey! me gusta ver que en Portugal también gusta doble V :-)

Força CDU!!!